Brasil Game Show 2017 – Eu fui!

Ontem estive mais uma vez em São Paulo para a Brasil Game Show 2017. O evento está a cada ano mais belo e organizado e valeu muito todo o esforço e custo para comparecer.

Acabei precisando ir sozinho pois, bem na hora, meu amigo Marcos Alves foi convocado para o trabalho e o ingresso não podia mais ser transferido (talvez se eu tentasse entrar em contato pelo telefone, mas sequer tinha algum convidado em vista).

Estava tudo muito cheio, mas as filas, que esse anos foram “virtuais” em alguns stands, deram um visual muito mais organizado. Faltaram também reais novidades, mas não é culpa dos organizadores. Anos com lançamentos de novos consoles sempre são mais interessantes e nem Xbox One X nem PS4 Pro (que já foi lançado), são necessariamente novos videogames.

Vi poucas celebridades também, ou pelo menos não as reconheci, já que muitos Youtubers marcaram presença, mas não os acompanho e por isso não os conheço.

Pelo menos pude tirar uma foto com o Diego Kerber da Adrenaline. que é muito gente boa por sinal.

Consegui porém, tirar muitas fotos legais, como essas abaixo:

Não podia faltar também, claro, minhas comprinhas, mas, devido a crise 🙂 só fiz investimentos de baixo valor hahahaha.

E sempre sem escolher um lado! Por que não jogar tudo que pudermos? Comprei também uma camisa preta Playstation e o jogo The Last Guardian que saiu por apenas 29 reais por ter gasto mais de 100 na loja da Sony.

Só senti falta mesmo foi de um stand da Nintendo…sempre ela aprontando dessas com os brasileiros…quem sabe ano que vem.

Caso queira curtir todas minhas fotos e vídeos, basta acessar o link abaixo:

Google Photos Album

Obrigado e até a próxima.

 

Assassins Creed – O Filme – A despedida do blog Fanboyzgames

Admito que minha expectativa baixa ajudou. Já costumo me portar assim em relação à maioria das coisas, é verdade, mas havia lido algumas coisas sobre o filme que haviam me assustado, do tipo “mais uma oportunidade perdida de se fazer um bom filme de games”. Mas a realidade é bem outra. Assassins Creed é um grande filme e sim, pode ser considerada a melhor adaptação de games para cinema da história (até aqui obviamente).

O filme é o que deve ser, uma grande peça de entretenimento com início, meio e fim em si, ou seja, não é necessário ser um fã ou mesmo conhecer os games para gostar do filme, embora logicamente, agregue bastante valor conhecer as nuances da história, facilita o entendimento e aumenta a diversão.

Ele consegue captar absolutamente e exatamente tudo que o jogo tem de melhor, ao contrário do que fizeram nos péssimos livros sobre a série que, simplesmente, ignoraram, os dois maiores trunfos da história: memória genética e a Maçã do Éden (pelo menos até os primeiros que tive o desprazer de comprar).

A história consegue ser diferente e ao mesmo tempo fiel a tudo que existe no jogo, cada sutil mudança foi perfeitamente colocada e apesar de machucar alguns coraçõezinhos nerds que escolhem focar em outra coisas do jogo e que adoram um mi-mi-mi (são bem vindos pra divulgar o filme também, ajuda muito), tudo encaixa-se muito bem no arco narrativo do filme e cria uma obra coesa, apesar do final pouco inteligente (que não vou comentar obviamente pra não spoilar).

Obrigado Ubisoft.

Que você tenha mentes brilhantes como essas por trás do filme pensando os próximos jogos que são mais sofríveis a cada ano.


Pode ser que você já tenha lido o post acima, embora é muito mais provável que não. Ele foi originalmente escrito por mim mesmo, para o meu antigo blog Fanboyzgames, em 12 de janeiro de 2017. Disponível aqui (só fiz umas revisões minúsculas para agora).

Decidi replicá-lo, pois sequer sei até quando este blog vai funcionar e também pois achei a oportunidade perfeita para, tanto fazer o backup do post, quanto atualizá-lo com notícias que vi essa semana sobre a repercussão do filme, bem como explicar minha história com o FBZ.

Fonte: https://jovemnerd.com.br/nerdnews/michael-fassbender-comenta-o-fracasso-de-assassins-creed/

O ator principal cita o “fracasso comercial” do filme e dá sua opinião sobre a obra. Não que eu esperasse que ele fosse um sucesso e que ganharia um Oscar, mas fiquei chateado pois imaginei vários Nerds “fazendo” o mundo dos games ser retratado no cinema como coisas simples e infantis novamente, como você pode ver no trailer e comentários do Jovem Nerd nos vídeos abaixo:

Tomb Raider tem tudo pra ser um ótimo filme também, mas já começa mal, tratando seu público de forma simplista. Veremos…

Sobre o FBZ, ou Fanboyzgames, como o chamávamos, foi um blog de games criado por mim e meu amigo Marcos Alves. No início, a ideia era reunir a turma para algumas partidas de Battlefield 3 e de quebra eu poder exercitar minha escrita e experimentar esse mundo “blogueiro”. Contudo, podemos perceber o quanto é árduo esse trabalho e conseguir cliques requer um alto investimento e principalmente tempo.

Sendo assim, mudamos de ideia, eu criei esse meu novo blog, onde não foco a audiência mas pratico minha expressão e crio um portfólio só meu e ele decidiu seguir com o nomes (abreviado para FBZ), mas transformando-o em uma loja de tecnologia. A qual, obviamente, eu indico do fundo da minha alma 🙂 .

Ah e eu fiz minha parte Ubisoft. Mais um pra coleção:

Abraços!

Podcast – A Netflix grátis de Rádios

Eu odeio fazer exercícios. Você também? Eu sei que o título do post não parece ter nenhuma relação com isso, mas aguarde. Você se identificou comigo neste ponto? Então vem comigo…

Particularmente, a minha maior dificuldade mental em fazer meus necessários exercícios é uma sensação de “tempo perdido” que domina o meu ser. 🙂

Eu sei. Pode parecer engraçado para muitas pessoas. Mas como eu me sinto simplesmente um rato de laboratório quando estou sobre uma esteira ou mesmo caminhando ao ar livre, precisei procurar uma solução para o meu problema, e ela é: faça algo que julgue mais proveitoso ao mesmo tempo.

Nossa, descobri a roda…não é isso…muitas pessoas leem livros na bicicleta ergométrica ou escutam músicas mas, além de odiar bicicletas ergométricas, eu estou realmente cansado de ouvir sempre as mesmas músicas do The Killers, Weezer, Metallica, Nando Reis e por aí vai. E não, eu não ouço músicas novas ou me inscrevo no Spotify. Eu simplesmente não sou assim 🙂 (ou talvez eu seja apenas um quase velho).

Eu ouço Podcasts (quando não áudio livros, mas isso é outra história…).

Eu separei abaixo, meus episódios prediletos, dos meus podcasts favoritos. Sou ouvinte já há bastante tempo deles (pelo menos do Jovem Nerd e do Anticast) e há episódios que são simplesmente fenomenais demais para não serem compartilhados.

O primeiro deles, é da equipe do SciCast e é simplesmente obrigatório para todo nerd que se preze e seja fã de vida alienígena (ou a saga da procura por ela).

Você pode ouvi-lo, diretamente pela barra que coloquei acima (o que é chamado “embedar” em um neologismo oriundo da palavra em inglês embed e significa embarcar um conteúdo em sua página), assim como pode procurar pelos episódios e podcasts em algum aplicativo para celulares. Eu uso e recomendo o Podcast Addict embora existam várias opções.

Com ele você pode controlar o que quer baixar, quais episódios já assistiu ou não,  retomar de onde parou, montar playlists, escutar em velocidade aumentada para dar tempo de consumir mais, entre outras funcionalidades interessantes e ele é baseado primariamente, na tecnologia RSS, que eu já expliquei aqui no blog.

Aproveito a apresentação deste, para lembrar meu livro preferido. Que não foi citado diretamente no episódio acima, embora o autor o seja. Lembrando que o episódio não é sobre ficção.

Se eu contar porque fiz isso, estarei dando um spoiler do episódio e/ou do livro…

Mas a lista de episódios recomendados não acabou.

Esse logo abaixo é sobre o Nazismo (em todos os conteúdos, quando os apresentadores não são especialistas e normalmente o são, eles convidam pessoas do ramo ao programa). E é para quem adora história.

Já o pessoal do Jovem Nerd faz o melhor e mais descolado podcast do Brasil, seja em minha opinião ou em seus números que, embora não os tenha de antemão, são sempre reverenciados pelos podcasts de outras pessoas (vide o episódio 294 abaixo e por último). Eles possuem um “ar de superprodução” e são editados profissionalmente por uma empresa, ganhando vinhetas divertidíssimas e deixando tudo mais prazeroso de ouvir. Mas sem perder o conteúdo produtivo (em certos programas classificados como tal).

Eu escolhi colocar outro em especial, que é sequencial ao de cima. Para destacar as “seções” que eles incluem no programa, como introdução, leitura de e-mails sobre o episódio anterior, propagandas, etc. E também para destacar um conteúdo em especial.

Ao 13:30 do episódio acima é lido um e-mail muito relevante e interessante, complementando (no caso corrigindo), uma informação passada pelo convidado no episódio anterior (Nossa Língua Portuguesa) aos 40:25 daquele episódio! Você pode posicionar o mouse em cima da barra se estiver em um PC para facilitar a escolha de um tempo exato.

Por isso mesmo, recomendo fortemente que você assista todos esses episódios por inteiro, sem pular nenhum pedaço (embora essa seja mais uma das vantagens do formato). Eles formam programas muito coesos. Não só complementam o episódio anterior formando uma narrativa sequencial, como dentro do mesmo episódio, muitas piadas e histórias são remontadas mais a frente…

Para terminar, vou deixar um podcast sobre podcasts! Trata-se de uma análise do “mercado” de podcasts no Brasil, inclusive com comparações ao contexto americano, realizado pelo Anticast:

Ufa…acho que dissertei sobre tudo que queria. 🙂

Vou deixar também um link para o meu arquivo OPML, que contém todos os podcasts que sigo, assim você pode importá-lo no seu aplicativo se quiser.

OPML: baixar

Abraço a todos

PS.: Nossa, já estava me esquecendo da referência à Netflix no título do post. Ela nos apresentou um modelo tão disruptivo de distribuição de conteúdo anos atrás, que virou quase um sinônimo de streaming. É comum ver expressões como “Netflix de Livros”, ou coisa parecida…e foi nisso que pensei. Podcast seria algo como um “streaming de rádios”.

 

Coisas que todo mundo sabe, ou não…Google

No post de hoje eu vou mostrar mais uma coisa que com certeza você já sabe. Não? Não tem certeza? Então siga lendo o post e veja meu vídeo abaixo. Talvez você veja alguma coisa nova, tenha uma ideia, ou conheça alguém que possa se interessar. Eu serei grato se você compartilhar o meu vídeo, mesmo não sendo a audiência a principal missão do meu canal.

Hoje eu mostrarei como utilizar mais o seu celular a seu favor. Utilizar recursos que realmente são úteis e podem aumentar sua produtividade e até mesmo seu conforto.

Fique com o vídeo:

Obrigado e abraço a todos!

 

OBD – Minha primeira experiência

Bom, se há um assunto que eu não domino e sequer havia pensado que um dia trataria dele aqui no blog, seriam carros. Porém, vou falar mais especificamente de uma tecnologia que conheci há pouco e por isso mesmo, sei menos ainda sobre o assunto, mas que me chamou muito a atenção.

É óbvio que, para quem é do ramo, as informações que passarei aqui serão irrisórias, mas como sempre, minha intenção é comentar minhas experiências, minhas descobertas, escrever sobre qualquer coisa que me interesse ou que possa existir alguém que não saiba!

Há também o problema de que esse conhecimento talvez chegue atrasado para a maioria pessoas, já que os novos e futuros carros inteligentes disporão de outros meios muito mais interessantes para dar informações à seus donos ou ocupantes.

Eu estou falando do OBD:

OBD (do inglês On-Board Diagnostic) designa um sistema de autodiagnóstico disponível na maioria dos veículos automóveis que circulam atualmente. A conexão ao sistema consiste em um conector padronizado que foi sancionado como obrigatório na Europa e nos Estados Unidos para todos os veículos produzidos desde 1996, e no Brasil a partir de 2010 com o padrão de segunda geração OBD2 (ou ODBII). A medida tem a finalidade de popularizar o serviço de reparo eletrônico, reduzindo drasticamente o custo das oficinas, possibilitando o consumidor pagar mais barato por esse gênero de serviço. Além disso, a padronização e abertura dos protocolos de comunicação trouxeram ao mercado equipamentos extremamente baratos possibilitando a compra dos mesmos pelos próprios consumidores para “diagnóstico em casa”. Atualmente existem no mercado equipamentos de diagnóstico na ordem de $20 dólares com interface USB e tecnologia Bluetooth para sincronização com um computador ou aparelho celular.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/OBD

Pois bem…você já deve ter visto inclusive o seu mecânico usando essa interface no seu carro, mas provavelmente através de um leitor exclusivo e maior, algo semelhante a um leitor de cartão de crédito e com fio.

O que eu comprei é igualzinho à este da foto do post. Ele se encaixa nessa interface e lê dados da ECU do veículo e você consegue se conectar a ele com seu celular, através do bluetooth.

No pacote veio alguns aplicativos para Android prontos para instalação e foi muito legal para mim, brincar com as informações disponíveis. No meu caso, eu já sabia que meu carro tem um problema no catalisador (meu mecânico leu e me deu a mesma informação há pouco tempo atrás) e pude então, constatar que eu estava recebendo a informação correta. (Nota: cuidado com o pacote que comprar, no CD de instalação que recebi vieram softwares “piratas” com keygens que podem contaminar o seu computador. Como não utilizei os softwares para Windows e nos de Android não precisei “gerar” nada, acredito estar seguro, mas não posso afirmar…).

Segue algumas telas:

Caso minha atenção não se volte para alguma outra bugiganga tecnológica num futuro próximo 🙂 , pretendo explorar mais e voltar aqui e escrever novos posts.

Enquanto isso, fica apenas esse pequeno post mostrando minha rápida experiência com o OBD.

Abraço a todos.

Coisas que todo mundo sabe, ou não… Kindle

Como já comentei aqui no blog (ou não, acho que ainda preciso falar disso, pelo menos com mais detalhes), sou um colecionador quase compulsivo. Tá bom, se é quase ou não, não sou psicólogo ou psiquiatra pra saber, mas prefiro continuar nessa ignorância, pelo menos por enquanto.

Pois bem, apesar de amar meus livros físicos e o quão belos eles ficam na minha estante. Eu comprei um Kindle. E estou simplesmente apaixonado pelo que ele me proporciona (coitada da minha estante padrão apartamento, está abarrotada…).

Pensei em um review, mas sabe como é, devem haver uns belos milhões por aí, então, minha inspiração para este post foi uma funcionalidade que conheci há pouco, ao fazer minha primeira leitura de um livro em língua inglesa usando o Kindle (venho estudando inglês, inclusive já dei dicas aqui no blog) e eis que me deparo com algo que achei extremamente útil: ele fornece explicações acerca de algumas palavras!!! Você pode conferir na imagem abaixo:

Estão vendo essas pequenas letras em cima de algumas palavras? Pois bem, são as explicações. Embora elas ainda sejam em inglês, são de grande ajuda para quem está procurando evoluir no idioma, assim como este que lhes escreve aqui.

Você pode também, segurar o dedo sobre uma palavra e receber o significado dela direto de um dicionário instalado automaticamente no seu aparelho:

É lógico que há várias outras funcionalidades e principalmente vantagens, que talvez eu fale sobre, ou talvez não, mas essa me chamou a atenção e é inclusive ajustável quanto ao nível de “explicações que dá” ou quantidade de vezes que aparece.

Há também a possibilidade compartilhar trechos dos livros no Facebook, fazendo comentários sobre eles, e o leitor pode, inclusive, acessar uma fração do livro! para verificar o que você citou.

Veja como ele se apresenta ao ser clicado:

(repare no botão comprar ali no canto superior direito, mas faz parte)

Em resumo: estou maravilhado, completamente feliz com minha aquisição e, apesar de muitas vezes os livros digitais serem mais caros que os físicos (se der, qualquer dia explico pra quem quiser saber por que), há promoções que me permitiram comprar livros por módicos 10 reais, enquanto suas versões físicas beiravam os 60.

Os livros não ficam amarelados, não são perdidos e formam até uma estante virtual “bonita” no aparelho, para satisfazer os ávidos colecionadores…(ou seriam viciados, deixa pra lá…).

Um abraço e até a próxima.

RSS e o consumo de mídia e notícias

É…demorei…claro que não dá pra comparar o meu blog com sites de notícias ou produção de grandes conteúdos. Inclusive o escopo dele é outro. Uso o blog para exercitar minha escrita e aumentar minha presença online apenas, na vã esperança que alguém se interesse.

Por isso também nunca publico notícias aqui, jamais teria capacidade de ser mais rápido ou ter informações mais privilegiadas que “insiders“, ou principalmente rivalizar com minhas principais fontes de informação.

É justamente sobre elas que queria falar neste post e sobre como consumo a maior parte das informações que recebo, e eis que me deparo hoje, com esse post, de uma das minhas fontes preferidas: o Gizmodo.

Fonte: http://gizmodo.uol.com.br/feed-rss-acompanhar-noticias/

Eu recomendo que você leia o texto acima antes de continuar, mas por favor, volte 🙂

Eu sou um usuário assíduo de conteúdos em RSS. Fiquei apavorado quando o Google anunciou o fim do Google Reader mas, por sorte, o Feedly veio para nos salvar e continuo podendo consumir meus conteúdos da forma que mais gosto, escolhendo as fontes “a dedo”, vendo apenas na hora que desejo, sem notificações, compartilhando apenas o que quero, entre outras vantagens. Tanto no navegador do PC quanto no App do meu smartphone.

Aliado então à outro serviço que adoro, que é o Pocket, a coisa realmente fica séria. Ele é um ótimo “guardador de links para mais tarde” e possui integração diretamente com seu navegador (browser), através da instalação de plugins ou mesmo com o próprio Feedly, onde consigo guardar diretamente no Pocket, que por sua vez, me permite controlar o que já li ou não, compartilhar, essas coisas…

Há mais a se falar, de ambos serviços, como por exemplo, competidores que entregam funções semelhantes, problemas, vantagens (o Pocket faz download no App e você ainda pode ler desconectado depois…), mas a verdade é que o Gizmodo hoje foi minha inspiração final e ao mesmo tempo um fator de desânimo. Não me sobraram mais que migalhas de informação pra te dar.

Só não posso deixar de aproveitar para lhe dizer para seguir este blog que você está lendo. Sim, por usar tecnologia WordPress, ele vem com um RSS embutido, sendo assim, basta você adicionar o endereço abaixo no seu leitor:

http://blog.paulorobertoelias.com.br/index.php/feed/

Muito obrigado e até a próxima.

Futebol e mimimi

Mais um assunto que eu não pretendia tratar no meu blog, mas como acredito que eu seja um cara extremamente ponderado e não pretendo revelar clubismo nenhum aqui (quanto mais envelheço, mais enxergo o futebol diferente do que quando jovem, como acontece com muita gente…chama-se amadurecimento).

Fonte: https://www.foxsports.com.br/news/324345-gabriel-e-denunciado-no-stjd-por-gesto-obsceno-no-majestoso-e-pode-pegar-seis-partidas-de-gancho

Li muitas matérias essa semana, de diferentes jornalistas, com opiniões contrárias e isso é lindo. Mas isso me inspirou a dizer o que penso aqui.

Gente, realmente estamos na era do “MIMIMI” e isso é inegável, mas estão pedindo a prisão do cidadão por acaso? É uma punição e pronto, para tentar ensinar educação para os jogadores e para milhões de pessoas que assistem futebol (precisamos ensinar isso de todas as formas que forem possíveis, até e principalmente pelo nosso deficit nacional histórico nisso). Nesse caso específico, cabe até mais uma boa piada: “estão favorecendo o Corinthians novamente!!!” 🙂 porque ele é até bem incompetente em sua profissão e mais um disposto a ganhar dinheiro tentando iludir torcedores carentes, que amam se sentir representados em campo (não me excluo dessa também, sou torcedor e igualmente carente, adoro quando um jogador do meu time faz um “gesto para galera”, como Rodrigo Caio finalmente “reclamando” da suposta ajuda ao Corinthians, não fazendo a mínima diferença se adianta ou não, ou mesmo, se está certo ou não, ou sequer se é verdade.

Enquanto estivermos no “campo” (com o perdão do trocadilho), das palavras, punições esportivas, gozações (que quem me conhece sabe que não gosto muito e não participo, mas respeito quem gosta do esporte por isso, minha paixão é a competitividade e o lado poético da coisa), estamos apenas mantendo o futebol vivo e em alinhamento com a era moderna da informação.

E segue o jogo.

Ok, Konami. Te devo desculpas…

O título do post pode parecer estranho e talvez seja mesmo, mas logo você vai entender. Eu não estou me desculpando por não comprar os jogos dela, por exemplo, até porque ninguém tem obrigação nenhuma de realizar compra alguma, mas sim, de anos que venho fazendo propaganda negativa com meus amigos e na internet sobre seus jogos, ou mais especificamente: Pro Evolution Soccer (PES para os íntimos).

Sou do tempo em que o PES, chamado antes Winning Eleven, International Superstar Soccer ou mesmo Goal Storm (esse tem gente que não sabe), reinava soberano nos gramados virtuais. Haviam diversos jogos de futebol de várias produtoras (bons tempos) e eu jogava simplesmente todos! (o acesso à eles era mais fácil… 😳 ). Mas, pra quem acompanha a evolução do futebol virtual nos últimos anos, o FIFA deu uma virada digna dos maiores clássicos e simplesmente ofuscou completamente o PES! (lógico que é minha opinião, mas em vendas isso se mostra como fato).

Hoje os jogos são caros e nós brasileiros de forma geral, precisamos pensar muito bem antes de realizar uma compra, para termos a menor chance possível de erro no investimento. Pois bem, sendo assim, venho jogando as demonstrações ou “demos” do PES seguidamente todos os anos e todos os anos achando uma porcaria.

Junta-se a isso o fato que o último PES que eu comprei foi o 2014 para o Xbox 360 e mesmo após testar a demo, comprar o jogo e jogar algumas partidas, veio a decepção e passei a odiar o jogo por esse investimento mal feito meu. Culpa do marketing deles também claro!

E agora vem minha real intenção com esse post, dizer para você, na medida do possível, evitar confiar cegamente em análises de outras pessoas ou veículos de imprensa e até mesmo de se basear apenas na demonstração do jogo.

A demonstração do PES em especial, principalmente para um jogador assíduo de FIFA como eu, pode ser muito enganosa. Primeiro, você pode se confundir com os botões, então, modifique-os nas opções para ficar igual ao FIFA (chutes e cruzamentos tem botões invertidos entre os dois jogos) e segundo e mais importante: aumente a dificuldade do jogo!

O mais lógico, vindo de outro jogo, é você querer ou pensar em “começar de baixo”, nas dificuldades para iniciantes, mas é aí que você perde a observação da toda a evolução que o PES sofreu nos últimos anos. Em dificuldades mais altas é outro jogo.

Eu não comprei o PES 2018 e infelizmente não pretendo comprar tão cedo. O preço dos jogos hoje e meu baixo tempo pra jogar vem me fazendo diminuir drasticamente o número de jogos que compro (tenho muito mais jogos que uma pessoa dita “normal”, mas isso é assunto pra outro post), mas encontrei uma oportunidade imperdível: um PES 2016 novinho por R$19,99 nas Americanas.

Até agora joguei algumas partidas, metade de uma Champions League e simplesmente estou fascinado com o jogo. Eu não imaginava que uma compra despretensiosa dessas (na hora disse para minha esposa: se me valer duas horas de diversão estou no lucro) fosse me gerar tanta surpresa e momentos prazerosos jogando futebol virtual que há muito não tinha.

Se tivesse que escolher, eu ainda escolheria e indicaria o FIFA. Acho ele um produto mais robusto, mas talvez eu venha a mudar minha opinião num futuro próximo, mas o mais importante que esse episódio me fez recordar é: eu não sou obrigado a gostar de apenas um dos dois!!!

Ah que saudade quando eu tinha até, sei lá, 7 jogos diferentes de futebol, cada um com sua própria coleção de qualidades e defeitos e gostava de todos. Lembro de um episódio quando fui adquirir um deles e o vendedor me disse: “É bem ruinzinho viu” e eu respondi: “Tudo bem, vou levar mesmo assim”. 🙂

Fiquem agora com um videozinho de uma partida minha.

Abraços!

Bitcoin pra completos leigos

Vamos lá, muita gente não se dá conta ou esquece, mas o dinheiro não existe! Ele é apenas uma ilusão coletiva poderosíssima e os governos e bancos “imprimem” dinheiro. 🙂

Tudo bem, não imprimem de fato mais, pois a esmagadora parte do dinheiro mundial não existe de forma física. Particularmente acredito que esta é uma básica e necessária introdução.

O Bitcoin, ou melhor, as criptomoedas (você já vai entender), são nada mais nada menos que arquivos, transações computacionais como as que você faz todo dia, mas que, além de não serem regulamentadas por bancos ou governos (ainda), tem o seu valor baseado na “absolutamente livre” (nunca é tão lindo assim) percepção das pessoas, seja pela observação do mundo e notícias ou pelo quanto ela efetivamente vale ao se trocar por algo tangível.

Criptomoedas são o nome correto delas pois mesmo a criação de novas é algo livre. Já existem aos montes e há até empresas como Burger King criando suas próprias! Talvez você dissesse: “se cada um tiver a sua não tem valor”, e você teria razão, mas quem sabe o futuro? Uma prevalecerá? Elas sumirão? Serão as precursoras de uma nova ordem mundial?

Ainda são poucos os lugares que aceitam essas moedas, principalmente para nós brasileiros, então, ela tem chamado a atenção mesmo pelo potencial de investimento. Devido ao rápido e exponencial crescimento do valor de algumas delas até aqui, muita gente está começando a se informar e a investir nesses mercados.
Como mercado, o potencial, como sempre, é inversamente proporcional ao risco. Devido à falta de controle, você não pode, por exemplo, se apegar a dados do balanço de uma empresa, como pode fazer ao comprar ações (elas são obrigadas pelas bolsas a fazerem isso, mas sim, mentem às vezes e pessoas são presas em países sérios), ou mesmo processar o banco se algum hacker “roubar” sua carteira virtual, então tome cuidado ao iniciar um investimento nelas e procure se informar cada vez mais (em hipótese alguma se baseie em um artigo superficial como esse).

E o que é a tal mineração e como as criptomoedas funcionam de forma prática e simples?

Todas as transações, envio e recebimento, precisam de um “hash”, um identificador único, que jamais se repita dentro do bloco de transações, para guardar aquele histórico, e minerar é o ato de emprestar o seu poder computacional, da sua máquina por exemplo, para calcular esse identificador. Em linhas gerais é isso, pode pesquisar que você achará facilmente até mesmo livros explicando mais em detalhes.

O minerador recebe uma pequena comissão por ter calculado esse identificador e ele vai para a pilha geral, uma espécie de livro caixa, que guarda todas as transações e que todos os participantes tem a cópia ou pelo menos acesso à ela. O método de cálculo leva em consideração como parâmetro, o identificador anterior, ou seja, se algum espertinho quiser ir lá e mudar uma transação já feita, ele simplesmente teria que gerar um novo identificador e por consequência, regerar todos os que vieram depois dele! Praticamente inviabilizando uma fraude desse tipo.

Há também outro fator atrativo, a impessoalidade ou o fato de não poder ser rastreada. Elas não são ligadas ao seu CPF, mas sim há um número que não pode ser ligado à você, por isso mesmo, ela vem sendo muito usada por criminosos em pedidos de resgate ou maridos em poupanças em segredo de sua futura ex-esposa. E não pagam impostos…

Para finalizar, eu diria que, em minha experiência pessoal, venho usando uma agência, uma intermediadora, para ir me familiarizando cada vez mais antes de dar passos maiores e gostaria de dizer também, que talvez você repare que eu devia ter usado muito mais aspas em vários trechos deste texto ou talvez você entenda que ele está todo errado, contudo, realmente acredito que devemos começar o estudo de assuntos à partir do seus resumos, como sinopses, para podermos nortear nossa cabeça na jornada do aprendizado e além disso, “haters” são bem-vindos, seria ótimos ter alguns aqui me criticando e é assim que a internet funciona, mas isso já é assunto pra outro post…

Abraço