Ferramentas de estudo e produtividade: Ouvir páginas Web

Hoje darei mais uma dica que julgo muito interessante para aprendizado de idiomas, embora a ferramenta possa ser utilizada para diversos fins.

“Text-to-speech” e o nome utilizado para essa tecnologia, que consiste em aplicações que leem textos e transformam em voz e há vários deles no mercado para diversos fins. O próprio Pocket, que já indiquei aqui no blog, possui uma funcionalidade com essa tecnologia, permitindo que você escute os textos dos links que salvou.

Mas encontrei uma forma muito prática de fazer isso diretamente no navegador (Google Chrome), através da extensão Read Aloud. Basta você clicar no link e adicionar.

Feito isso, será adicionado um botão no canto superior direito da sua tela e ao acioná-lo, o texto começará a ser lido!

Para forçar a leitura de apenas um trecho da página, basta selecionar o mesmo com o mouse antes de acionar o botão. Eu achei isso uma ótima maneira de poder conferir minimamente, a pronúncia das palavras quando faço minhas leituras em inglês.

Abraço

Electric Dreams e Prime Video – Para os fãs de Black Mirror

Para um bom fã de ficção científica como eu, vivemos uma era de ouro nos cinemas e seriados. Finalmente essas histórias chegaram com força e, espero eu, para ficar.

Após o sucesso de Black Mirror, fãs ávidos estão procurando obras semelhantes e Electric Dreams chega no momento certo.

Produzida em conjunto com a empresa que criou o Black Mirror original, são 10 episódios independentes e baseados na obra de Philip Dick, um dos maiores gênios do gênero.

Só pude assistir o primeiro episódio até aqui, mas me chamou a atenção também a equipe do projeto, cheio de nomes conhecidos, como você pode ver inclusive na imagem que ilustra esse post.

O episódio não conseguiu me impactar como muitos de Black Mirror conseguiram, embora convenhamos, sequer as últimas temporadas do próprio Black conseguiram. Mas mesmo assim foi muito interessante e, na minha opinião, esse choque não se faz tão necessário para os verdadeiros fãs da ficção científica, que querem mesmo é se deparar com histórias cheias de elementos futurísticos e que nos façam pensar.

Outro ponto interessante dessa série é que ela pode finalmente fazer com que o mundo comece a prestar atenção nas obras disponíveis no serviço Amazon Prime. Candidato fortíssimo a verdadeiro concorrente do Netflix, chegou ao Brasil com uma grande promoção, com os seis primeiros meses a R$9,90 e eu fiz questão de conferir.

Mas a verdade é que não me animei a assistir nenhuma obra disponível! Apesar de contar com alguns clássicos que eu amo, como o Show de Truman, todos sabemos que não é bem para revisitar velhas paixões que pagamos esses serviços.

Justiça seja feita, há também no catálogo, outras obras de ficção científica, inclusive do próprio Philip Dick, que pretendo ver, como o Homem do Castelo Alto. Só não o fiz ainda, pois estou pensando seriamente em ler o livro antes, que já possuo e está na minha fila de leitura no Kindle.

Além disso, os aplicativos ainda não se encontram em um estado muito bom de maturidade, com dificuldades em configurar legendas e até erros técnicos nas mesmas, mas nada que chegue a atrapalhar a experiência de fato.

Se você é fã de Black Mirror, aparentemente não há nada melhor e inédito, já disponível, para você curtir. Então, recomendo fortemente que veja se a promoção ainda está disponível (ou alguma nova) e constate que, por mais que você não use tanto quanto a sua conta do Netflix, ainda custa menos que um cinema e por meses de conteúdo.

Abraço e até a próxima.

Oracle SQL Developer – Relatórios Mestre x Detalhes

Olá a todos. Hoje vou falar de um recurso muito útil deste cliente de banco de dados. Embora a aplicação possa ser utilizada com diversos SGBD, devido ao suporte a ODBC, o recurso que vou apresentar hoje só funciona em bancos de dados Oracle (pelo menos até a última vez que eu testei).

É muito comum para analistas e administradores de sistemas em geral, a necessidade de consultar diretamente a base de dados a todo momento e muitas vezes, poder salvar seus scripts já basta. Contudo, a possibilidade de encadear muitas consultas de uma só vez, em modo “mestre x detalhes”, de modo fácil e dinâmico, é muito bem vinda.

Acredito que todo mundo que tenha chego até aqui na leitura, já saiba do que se trata, em todo caso, em vez de explicar o conceito, vou apresentar-lhes o passo-a-passo e com certeza vocês enxergarão as vantagens e aplicabilidade dessa ferramenta.

Com o aplicativo aberto, clique com o botão direito do mouse no item “Relatórios Definidos pelo Usuário”, conforme print abaixo:

Caso esta janela não esteja aparecendo, basta selecioná-la no menu Exibir > Relatórios

Será apresentada uma janela / formulário para preenchimento. Os campos até aqui são auto-explicativos, só vale lembrar que você deve escrever sua consulta “original” ou mestre, no campo SQL.

Preencha conforme desejado e salve. Logo após, o relatório deve aparecer na pasta exibida no print acima. Selecione agora o próprio relatório com o botão direito do mouse e acione a opção editar.

Será apresentada novamente a janela de edição, desta vez, contendo a opção de Relatório Filho. Clique em adicionar filho e escolha um nome para o mesmo.

A mágica ocorre no relatório filho, pois ele pode se valer de variáveis provenientes da consulta meste, conforme o print abaixo:

Repare que eu usei na cláusula where uma variável Oracle. Ela deve ter o mesmo nome de qualquer coluna do resultado da consulta mestre. Caso a sua query mestre possua prefixos, como por exemplo tb_users.userid, lembre-se de utilizar um alias para a coluna e usar o mesmo alias como o nome da variável.

E é só isso. Assim que você clicar no relatório, a query mestra será executada automaticamente e ao clicar sobre quaisquer linhas do resultado, o relatório filho será executado baseado na sua seleção.

Na imagem acima vemos a execução de um relatório com um relatório filho. As informações sensíveis foram apagadas

É possível criar quantos relatórios filhos você desejar e para abrir mais de um relatório de uma vez, será necessário selecionar para executar em outra aba.

Também podemos salvar o relatório como um arquivo XML e com isso compartilhá-los ou mesmo fazermos backups.

Espero que gostem e considerem essa dica e principalmente esta funcionalidade, tão útil quanto eu.

Até a próxima.

Interestellar

Há tempos eu queria escrever sobre esse filme que eu tanto amo, mas não costumo escrever muito sobre filmes, principalmente tanto tempo depois do lançamento. Acho que na maioria dos casos, não se sobra muito pra falar. Ou você se apressa em tentar expressar uma opinião enquanto ele é notícia ou fica com as sobras quando todo mundo já viu e não quer mais saber…

Por outro lado, há filmes que realmente nos marcam e esses são os meus preferidos. Filmes que realmente nos fazem divagar sobre a vida e o futuro. E esses filmes custam a sumir das nossas mentes e parecem nos fazer brotar sentimentos diferentes a cada vez que o assistimos.

Obviamente que várias obras diferentes tocam corações ainda mais diversos e o que é sublime pra mim pode passar completamente despercebido pra outra pessoa. Além disso, nossa opinião muda muito nas diversas fases da nossa vida, ou mesmo de acordo com o nosso espírito ou pré-disposição à uma obra, ainda mais em tempos de internet e de enxurradas de opiniões que nos fazem duvidar das nossas próprias convicções.

Como você pôde perceber por essa tediosa introdução, esse não é um post curto e grosso sobre o filme também, mas sim, um “textão” sobre minha relação com essa obra e o que me faz gostar tanto dela e até mesmo sobre meu antigo filme preferido antes deste.

Quem me conhece sabe que sou simplesmente apaixonado por Matrix. Talvez pela idade com que assisti o filme no lançamento, talvez por ser igualmente apaixonado por tecnologia, ou por ele ter tanto a ver com games, talvez por tudo isso, mas simplesmente por quanto ele foi disruptivo e carregava o que pra mim torna uma ficção científica brilhante: a sua capacidade de ser “incontestável”. Sua história jamais poderá ser completamente negada ou provada e até cientistas sérios falam sobre vida em simulação.

A sua “apresentação em camadas” é simplesmente espetacular, agradando quem gosta de ação, de romance e propiciando diversos níveis de entendimento. Para mim ele foi o primeiro contato com “universos” criados sobre uma obra, com expansões da história e comunidades em torno. Hoje também bem sei que muitas dessas coisas (pra não dizer quase tudo), do culto, do enredo, do mistério em torno do universo, não foram tão originais assim (estou lendo Neuromancer), mas nada disso tira o seu brilho nem o seu mérito por ter sido um divisor de águas.

Partindo de Matrix, eu simplesmente comecei a consumir todas as obras vindas do irmãos (hoje irmãs) Wachowski. E embora “V de Vingança” seja simplesmente sensacional, suas obras foram decaindo de qualidade absurdamente, ao ponto de eu simplesmente odiar qualquer coisa que eles façam hoje em dia. Sense8 é pavoroso, me desculpem.

Pois bem, também não é por isso que Matrix perdeu o posto de meu filme favorito, e seu diretor, Chistopher Nolan, está obviamente e igualmente sujeito a tomar rumos ruins em sua carreira. Mas precisou surgir outro filme igualmente “mindblowing” para tomar o seu lugar em meu coraçãozinho nerd.

Eu simplesmente amo esse GIF e estou feliz de finalmente poder usá-lo.

🙂

Interestellar não tem esse poder todo ou a importância histórica pro cinema e pra ficção científica que Matrix tem, nem mesmo quaisquer semelhanças, ou sequer se apoia nas mesmas bases e estratégias (não há combate ou lutas nessa viagem espacial), mas compartilha o fato de ser uma ficção de grande apelo emocional e te fazer sentir pequeno. Ele é realmente emocionante e sim, eu choro pra cacete com ele!

O filme

Bom, vou tentar não dar spoiler nenhum, até por que, minha intenção é, quem sabe, convencer alguém ou mesmo lembrar alguém de assistir, caso já não o tenha feito. Embora isso tire bastante da graça e me limite bastante no que dizer, infelizmente.

Na história, o planeta Terra está morrendo e a humanidade procura uma solução, que passa por procurar um novo planeta para habitarmos e esse pano de fundo carrega uma história profunda, sobre uma das formas de amor mais bonitas que existem, o de um pai por sua filha e vice-versa.

Como se não bastasse lidar com essa forma tão sublime e especial de amor, ele se dispõe a sugerir em uma das falas que talvez o amor tenha um objetivo no universo…não se preocupe, você não vai identificar essa cena por ter lido isto, antes de vê-la.

Com um final muito controverso e até mesmo psicodélico, dividiu muitas opiniões e recebeu muitas críticas negativas por isso e foi então que me deparei com o vídeo abaixo e que me inspirou a escrever esse post.

Na entrevista concedida pelo popstar da física mundial, Neil deGrasse Tyson, fica fácil perceber como você pode sim respeitar o que foi feito, em vez de ficar se achando entendido do assunto e curtir uma obra que tenta imaginar o que nenhum ser humano sequer chegou perto de vislumbrar e quiça você passe a admirar o esforço desses artistas em tentar colocar em imagens o que faz parte apenas da imaginação, mesmo de grandes cientistas.

O filme tem um ar de esmero poucas vezes vista no cinema, não se deixando levar por artifícios comuns em nome do sucesso. É fácil imaginar um investidor pedindo ação ou lutas…de certo isso ocorreu…hehehe. A parte musical é igualmente fenomenal e eu escuto as músicas da trilha sonora até hoje.

É…

Talvez mais uma vez o meu texto não tenha conseguido realizar o que propus no início. Se resumindo como sempre, a servir como um diário, um baú de memórias para mim mesmo. Que me permita, assim como citei (agora assim fechei o arco :)) voltar aqui no futuro e tentar decifrar como eu me sentia sobre esse filme e como um olhar de outro tempo pode mudar tudo.

Dica: tempo tem tudo a ver com o roteiro também…não é perfeito esse filme?

Abraço

 

Testando aplicações em diferentes versões de browsers

Olá. O post de hoje é uma dica.

Analistas que fazem testes funcionais de software, muitas vezes, precisam testar as aplicações em diferentes versões do mesmo browser, versões antigas específicas, ou mesmo versões descontinuadas.

O software que vou apresentar não se destina exatamente a isso e nem vou me ater a ficar dissertando sobre sua história e tudo mais, já que é possível encontrar informações desta natureza muito facilmente. Só gostaria de dizer uma coisa: ele utiliza “containers”, como o famoso Docker.

Porém eu achei ele muito mais fácil de usar e mais direcionado para certos fins, como você pode comprovar pela animação que criei abaixo:

Ele é um software pago, mas com permissão de uso, então, basta criar uma conta, instalar, escolher o App que quer “emular” e pronto!

Até mais

Brasil Game Show 2017 – Eu fui!

Ontem estive mais uma vez em São Paulo para a Brasil Game Show 2017. O evento está a cada ano mais belo e organizado e valeu muito todo o esforço e custo para comparecer.

Acabei precisando ir sozinho pois, bem na hora, meu amigo Marcos Alves foi convocado para o trabalho e o ingresso não podia mais ser transferido (talvez se eu tentasse entrar em contato pelo telefone, mas sequer tinha algum convidado em vista).

Estava tudo muito cheio, mas as filas, que esse anos foram “virtuais” em alguns stands, deram um visual muito mais organizado. Faltaram também reais novidades, mas não é culpa dos organizadores. Anos com lançamentos de novos consoles sempre são mais interessantes e nem Xbox One X nem PS4 Pro (que já foi lançado), são necessariamente novos videogames.

Vi poucas celebridades também, ou pelo menos não as reconheci, já que muitos Youtubers marcaram presença, mas não os acompanho e por isso não os conheço.

Pelo menos pude tirar uma foto com o Diego Kerber da Adrenaline. que é muito gente boa por sinal.

Consegui porém, tirar muitas fotos legais, como essas abaixo:

Não podia faltar também, claro, minhas comprinhas, mas, devido a crise 🙂 só fiz investimentos de baixo valor hahahaha.

E sempre sem escolher um lado! Por que não jogar tudo que pudermos? Comprei também uma camisa preta Playstation e o jogo The Last Guardian que saiu por apenas 29 reais por ter gasto mais de 100 na loja da Sony.

Só senti falta mesmo foi de um stand da Nintendo…sempre ela aprontando dessas com os brasileiros…quem sabe ano que vem.

Caso queira curtir todas minhas fotos e vídeos, basta acessar o link abaixo:

Google Photos Album

Obrigado e até a próxima.

 

Assassins Creed – O Filme – A despedida do blog Fanboyzgames

Admito que minha expectativa baixa ajudou. Já costumo me portar assim em relação à maioria das coisas, é verdade, mas havia lido algumas coisas sobre o filme que haviam me assustado, do tipo “mais uma oportunidade perdida de se fazer um bom filme de games”. Mas a realidade é bem outra. Assassins Creed é um grande filme e sim, pode ser considerada a melhor adaptação de games para cinema da história (até aqui obviamente).

O filme é o que deve ser, uma grande peça de entretenimento com início, meio e fim em si, ou seja, não é necessário ser um fã ou mesmo conhecer os games para gostar do filme, embora logicamente, agregue bastante valor conhecer as nuances da história, facilita o entendimento e aumenta a diversão.

Ele consegue captar absolutamente e exatamente tudo que o jogo tem de melhor, ao contrário do que fizeram nos péssimos livros sobre a série que, simplesmente, ignoraram, os dois maiores trunfos da história: memória genética e a Maçã do Éden (pelo menos até os primeiros que tive o desprazer de comprar).

A história consegue ser diferente e ao mesmo tempo fiel a tudo que existe no jogo, cada sutil mudança foi perfeitamente colocada e apesar de machucar alguns coraçõezinhos nerds que escolhem focar em outra coisas do jogo e que adoram um mi-mi-mi (são bem vindos pra divulgar o filme também, ajuda muito), tudo encaixa-se muito bem no arco narrativo do filme e cria uma obra coesa, apesar do final pouco inteligente (que não vou comentar obviamente pra não spoilar).

Obrigado Ubisoft.

Que você tenha mentes brilhantes como essas por trás do filme pensando os próximos jogos que são mais sofríveis a cada ano.


Pode ser que você já tenha lido o post acima, embora é muito mais provável que não. Ele foi originalmente escrito por mim mesmo, para o meu antigo blog Fanboyzgames, em 12 de janeiro de 2017. Disponível aqui (só fiz umas revisões minúsculas para agora).

Decidi replicá-lo, pois sequer sei até quando este blog vai funcionar e também pois achei a oportunidade perfeita para, tanto fazer o backup do post, quanto atualizá-lo com notícias que vi essa semana sobre a repercussão do filme, bem como explicar minha história com o FBZ.

Fonte: https://jovemnerd.com.br/nerdnews/michael-fassbender-comenta-o-fracasso-de-assassins-creed/

O ator principal cita o “fracasso comercial” do filme e dá sua opinião sobre a obra. Não que eu esperasse que ele fosse um sucesso e que ganharia um Oscar, mas fiquei chateado pois imaginei vários Nerds “fazendo” o mundo dos games ser retratado no cinema como coisas simples e infantis novamente, como você pode ver no trailer e comentários do Jovem Nerd nos vídeos abaixo:

Tomb Raider tem tudo pra ser um ótimo filme também, mas já começa mal, tratando seu público de forma simplista. Veremos…

Sobre o FBZ, ou Fanboyzgames, como o chamávamos, foi um blog de games criado por mim e meu amigo Marcos Alves. No início, a ideia era reunir a turma para algumas partidas de Battlefield 3 e de quebra eu poder exercitar minha escrita e experimentar esse mundo “blogueiro”. Contudo, podemos perceber o quanto é árduo esse trabalho e conseguir cliques requer um alto investimento e principalmente tempo.

Sendo assim, mudamos de ideia, eu criei esse meu novo blog, onde não foco a audiência mas pratico minha expressão e crio um portfólio só meu e ele decidiu seguir com o nomes (abreviado para FBZ), mas transformando-o em uma loja de tecnologia. A qual, obviamente, eu indico do fundo da minha alma 🙂 .

Ah e eu fiz minha parte Ubisoft. Mais um pra coleção:

Abraços!

Podcast – A Netflix grátis de Rádios

Eu odeio fazer exercícios. Você também? Eu sei que o título do post não parece ter nenhuma relação com isso, mas aguarde. Você se identificou comigo neste ponto? Então vem comigo…

Particularmente, a minha maior dificuldade mental em fazer meus necessários exercícios é uma sensação de “tempo perdido” que domina o meu ser. 🙂

Eu sei. Pode parecer engraçado para muitas pessoas. Mas como eu me sinto simplesmente um rato de laboratório quando estou sobre uma esteira ou mesmo caminhando ao ar livre, precisei procurar uma solução para o meu problema, e ela é: faça algo que julgue mais proveitoso ao mesmo tempo.

Nossa, descobri a roda…não é isso…muitas pessoas leem livros na bicicleta ergométrica ou escutam músicas mas, além de odiar bicicletas ergométricas, eu estou realmente cansado de ouvir sempre as mesmas músicas do The Killers, Weezer, Metallica, Nando Reis e por aí vai. E não, eu não ouço músicas novas ou me inscrevo no Spotify. Eu simplesmente não sou assim 🙂 (ou talvez eu seja apenas um quase velho).

Eu ouço Podcasts (quando não áudio livros, mas isso é outra história…).

Eu separei abaixo, meus episódios prediletos, dos meus podcasts favoritos. Sou ouvinte já há bastante tempo deles (pelo menos do Jovem Nerd e do Anticast) e há episódios que são simplesmente fenomenais demais para não serem compartilhados.

O primeiro deles, é da equipe do SciCast e é simplesmente obrigatório para todo nerd que se preze e seja fã de vida alienígena (ou a saga da procura por ela).

Você pode ouvi-lo, diretamente pela barra que coloquei acima (o que é chamado “embedar” em um neologismo oriundo da palavra em inglês embed e significa embarcar um conteúdo em sua página), assim como pode procurar pelos episódios e podcasts em algum aplicativo para celulares. Eu uso e recomendo o Podcast Addict embora existam várias opções.

Com ele você pode controlar o que quer baixar, quais episódios já assistiu ou não,  retomar de onde parou, montar playlists, escutar em velocidade aumentada para dar tempo de consumir mais, entre outras funcionalidades interessantes e ele é baseado primariamente, na tecnologia RSS, que eu já expliquei aqui no blog.

Aproveito a apresentação deste, para lembrar meu livro preferido. Que não foi citado diretamente no episódio acima, embora o autor o seja. Lembrando que o episódio não é sobre ficção.

Se eu contar porque fiz isso, estarei dando um spoiler do episódio e/ou do livro…

Mas a lista de episódios recomendados não acabou.

Esse logo abaixo é sobre o Nazismo (em todos os conteúdos, quando os apresentadores não são especialistas e normalmente o são, eles convidam pessoas do ramo ao programa). E é para quem adora história.

Já o pessoal do Jovem Nerd faz o melhor e mais descolado podcast do Brasil, seja em minha opinião ou em seus números que, embora não os tenha de antemão, são sempre reverenciados pelos podcasts de outras pessoas (vide o episódio 294 abaixo e por último). Eles possuem um “ar de superprodução” e são editados profissionalmente por uma empresa, ganhando vinhetas divertidíssimas e deixando tudo mais prazeroso de ouvir. Mas sem perder o conteúdo produtivo (em certos programas classificados como tal).

Eu escolhi colocar outro em especial, que é sequencial ao de cima. Para destacar as “seções” que eles incluem no programa, como introdução, leitura de e-mails sobre o episódio anterior, propagandas, etc. E também para destacar um conteúdo em especial.

Ao 13:30 do episódio acima é lido um e-mail muito relevante e interessante, complementando (no caso corrigindo), uma informação passada pelo convidado no episódio anterior (Nossa Língua Portuguesa) aos 40:25 daquele episódio! Você pode posicionar o mouse em cima da barra se estiver em um PC para facilitar a escolha de um tempo exato.

Por isso mesmo, recomendo fortemente que você assista todos esses episódios por inteiro, sem pular nenhum pedaço (embora essa seja mais uma das vantagens do formato). Eles formam programas muito coesos. Não só complementam o episódio anterior formando uma narrativa sequencial, como dentro do mesmo episódio, muitas piadas e histórias são remontadas mais a frente…

Para terminar, vou deixar um podcast sobre podcasts! Trata-se de uma análise do “mercado” de podcasts no Brasil, inclusive com comparações ao contexto americano, realizado pelo Anticast:

Ufa…acho que dissertei sobre tudo que queria. 🙂

Vou deixar também um link para o meu arquivo OPML, que contém todos os podcasts que sigo, assim você pode importá-lo no seu aplicativo se quiser.

OPML: baixar

Abraço a todos

PS.: Nossa, já estava me esquecendo da referência à Netflix no título do post. Ela nos apresentou um modelo tão disruptivo de distribuição de conteúdo anos atrás, que virou quase um sinônimo de streaming. É comum ver expressões como “Netflix de Livros”, ou coisa parecida…e foi nisso que pensei. Podcast seria algo como um “streaming de rádios”.

 

Coisas que todo mundo sabe, ou não…Google

No post de hoje eu vou mostrar mais uma coisa que com certeza você já sabe. Não? Não tem certeza? Então siga lendo o post e veja meu vídeo abaixo. Talvez você veja alguma coisa nova, tenha uma ideia, ou conheça alguém que possa se interessar. Eu serei grato se você compartilhar o meu vídeo, mesmo não sendo a audiência a principal missão do meu canal.

Hoje eu mostrarei como utilizar mais o seu celular a seu favor. Utilizar recursos que realmente são úteis e podem aumentar sua produtividade e até mesmo seu conforto.

Fique com o vídeo:

Obrigado e abraço a todos!

 

OBD – Minha primeira experiência

Bom, se há um assunto que eu não domino e sequer havia pensado que um dia trataria dele aqui no blog, seriam carros. Porém, vou falar mais especificamente de uma tecnologia que conheci há pouco e por isso mesmo, sei menos ainda sobre o assunto, mas que me chamou muito a atenção.

É óbvio que, para quem é do ramo, as informações que passarei aqui serão irrisórias, mas como sempre, minha intenção é comentar minhas experiências, minhas descobertas, escrever sobre qualquer coisa que me interesse ou que possa existir alguém que não saiba!

Há também o problema de que esse conhecimento talvez chegue atrasado para a maioria pessoas, já que os novos e futuros carros inteligentes disporão de outros meios muito mais interessantes para dar informações à seus donos ou ocupantes.

Eu estou falando do OBD:

OBD (do inglês On-Board Diagnostic) designa um sistema de autodiagnóstico disponível na maioria dos veículos automóveis que circulam atualmente. A conexão ao sistema consiste em um conector padronizado que foi sancionado como obrigatório na Europa e nos Estados Unidos para todos os veículos produzidos desde 1996, e no Brasil a partir de 2010 com o padrão de segunda geração OBD2 (ou ODBII). A medida tem a finalidade de popularizar o serviço de reparo eletrônico, reduzindo drasticamente o custo das oficinas, possibilitando o consumidor pagar mais barato por esse gênero de serviço. Além disso, a padronização e abertura dos protocolos de comunicação trouxeram ao mercado equipamentos extremamente baratos possibilitando a compra dos mesmos pelos próprios consumidores para “diagnóstico em casa”. Atualmente existem no mercado equipamentos de diagnóstico na ordem de $20 dólares com interface USB e tecnologia Bluetooth para sincronização com um computador ou aparelho celular.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/OBD

Pois bem…você já deve ter visto inclusive o seu mecânico usando essa interface no seu carro, mas provavelmente através de um leitor exclusivo e maior, algo semelhante a um leitor de cartão de crédito e com fio.

O que eu comprei é igualzinho à este da foto do post. Ele se encaixa nessa interface e lê dados da ECU do veículo e você consegue se conectar a ele com seu celular, através do bluetooth.

No pacote veio alguns aplicativos para Android prontos para instalação e foi muito legal para mim, brincar com as informações disponíveis. No meu caso, eu já sabia que meu carro tem um problema no catalisador (meu mecânico leu e me deu a mesma informação há pouco tempo atrás) e pude então, constatar que eu estava recebendo a informação correta. (Nota: cuidado com o pacote que comprar, no CD de instalação que recebi vieram softwares “piratas” com keygens que podem contaminar o seu computador. Como não utilizei os softwares para Windows e nos de Android não precisei “gerar” nada, acredito estar seguro, mas não posso afirmar…).

Segue algumas telas:

Caso minha atenção não se volte para alguma outra bugiganga tecnológica num futuro próximo 🙂 , pretendo explorar mais e voltar aqui e escrever novos posts.

Enquanto isso, fica apenas esse pequeno post mostrando minha rápida experiência com o OBD.

Abraço a todos.