OBD – Minha primeira experiência

Bom, se há um assunto que eu não domino e sequer havia pensado que um dia trataria dele aqui no blog, seriam carros. Porém, vou falar mais especificamente de uma tecnologia que conheci há pouco e por isso mesmo, sei menos ainda sobre o assunto, mas que me chamou muito a atenção.

É óbvio que, para quem é do ramo, as informações que passarei aqui serão irrisórias, mas como sempre, minha intenção é comentar minhas experiências, minhas descobertas, escrever sobre qualquer coisa que me interesse ou que possa existir alguém que não saiba!

Há também o problema de que esse conhecimento talvez chegue atrasado para a maioria pessoas, já que os novos e futuros carros inteligentes disporão de outros meios muito mais interessantes para dar informações à seus donos ou ocupantes.

Eu estou falando do OBD:

OBD (do inglês On-Board Diagnostic) designa um sistema de autodiagnóstico disponível na maioria dos veículos automóveis que circulam atualmente. A conexão ao sistema consiste em um conector padronizado que foi sancionado como obrigatório na Europa e nos Estados Unidos para todos os veículos produzidos desde 1996, e no Brasil a partir de 2010 com o padrão de segunda geração OBD2 (ou ODBII). A medida tem a finalidade de popularizar o serviço de reparo eletrônico, reduzindo drasticamente o custo das oficinas, possibilitando o consumidor pagar mais barato por esse gênero de serviço. Além disso, a padronização e abertura dos protocolos de comunicação trouxeram ao mercado equipamentos extremamente baratos possibilitando a compra dos mesmos pelos próprios consumidores para “diagnóstico em casa”. Atualmente existem no mercado equipamentos de diagnóstico na ordem de $20 dólares com interface USB e tecnologia Bluetooth para sincronização com um computador ou aparelho celular.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/OBD

Pois bem…você já deve ter visto inclusive o seu mecânico usando essa interface no seu carro, mas provavelmente através de um leitor exclusivo e maior, algo semelhante a um leitor de cartão de crédito e com fio.

O que eu comprei é igualzinho à este da foto do post. Ele se encaixa nessa interface e lê dados da ECU do veículo e você consegue se conectar a ele com seu celular, através do bluetooth.

No pacote veio alguns aplicativos para Android prontos para instalação e foi muito legal para mim, brincar com as informações disponíveis. No meu caso, eu já sabia que meu carro tem um problema no catalisador (meu mecânico leu e me deu a mesma informação há pouco tempo atrás) e pude então, constatar que eu estava recebendo a informação correta. (Nota: cuidado com o pacote que comprar, no CD de instalação que recebi vieram softwares “piratas” com keygens que podem contaminar o seu computador. Como não utilizei os softwares para Windows e nos de Android não precisei “gerar” nada, acredito estar seguro, mas não posso afirmar…).

Segue algumas telas:

Caso minha atenção não se volte para alguma outra bugiganga tecnológica num futuro próximo 🙂 , pretendo explorar mais e voltar aqui e escrever novos posts.

Enquanto isso, fica apenas esse pequeno post mostrando minha rápida experiência com o OBD.

Abraço a todos.

Coisas que todo mundo sabe, ou não… Kindle

Como já comentei aqui no blog (ou não, acho que ainda preciso falar disso, pelo menos com mais detalhes), sou um colecionador quase compulsivo. Tá bom, se é quase ou não, não sou psicólogo ou psiquiatra pra saber, mas prefiro continuar nessa ignorância, pelo menos por enquanto.

Pois bem, apesar de amar meus livros físicos e o quão belos eles ficam na minha estante. Eu comprei um Kindle. E estou simplesmente apaixonado pelo que ele me proporciona (coitada da minha estante padrão apartamento, está abarrotada…).

Pensei em um review, mas sabe como é, devem haver uns belos milhões por aí, então, minha inspiração para este post foi uma funcionalidade que conheci há pouco, ao fazer minha primeira leitura de um livro em língua inglesa usando o Kindle (venho estudando inglês, inclusive já dei dicas aqui no blog) e eis que me deparo com algo que achei extremamente útil: ele fornece explicações acerca de algumas palavras!!! Você pode conferir na imagem abaixo:

Estão vendo essas pequenas letras em cima de algumas palavras? Pois bem, são as explicações. Embora elas ainda sejam em inglês, são de grande ajuda para quem está procurando evoluir no idioma, assim como este que lhes escreve aqui.

Você pode também, segurar o dedo sobre uma palavra e receber o significado dela direto de um dicionário instalado automaticamente no seu aparelho:

É lógico que há várias outras funcionalidades e principalmente vantagens, que talvez eu fale sobre, ou talvez não, mas essa me chamou a atenção e é inclusive ajustável quanto ao nível de “explicações que dá” ou quantidade de vezes que aparece.

Há também a possibilidade compartilhar trechos dos livros no Facebook, fazendo comentários sobre eles, e o leitor pode, inclusive, acessar uma fração do livro! para verificar o que você citou.

Veja como ele se apresenta ao ser clicado:

(repare no botão comprar ali no canto superior direito, mas faz parte)

Em resumo: estou maravilhado, completamente feliz com minha aquisição e, apesar de muitas vezes os livros digitais serem mais caros que os físicos (se der, qualquer dia explico pra quem quiser saber por que), há promoções que me permitiram comprar livros por módicos 10 reais, enquanto suas versões físicas beiravam os 60.

Os livros não ficam amarelados, não são perdidos e formam até uma estante virtual “bonita” no aparelho, para satisfazer os ávidos colecionadores…(ou seriam viciados, deixa pra lá…).

Um abraço e até a próxima.

RSS e o consumo de mídia e notícias

É…demorei…claro que não dá pra comparar o meu blog com sites de notícias ou produção de grandes conteúdos. Inclusive o escopo dele é outro. Uso o blog para exercitar minha escrita e aumentar minha presença online apenas, na vã esperança que alguém se interesse.

Por isso também nunca publico notícias aqui, jamais teria capacidade de ser mais rápido ou ter informações mais privilegiadas que “insiders“, ou principalmente rivalizar com minhas principais fontes de informação.

É justamente sobre elas que queria falar neste post e sobre como consumo a maior parte das informações que recebo, e eis que me deparo hoje, com esse post, de uma das minhas fontes preferidas: o Gizmodo.

Fonte: http://gizmodo.uol.com.br/feed-rss-acompanhar-noticias/

Eu recomendo que você leia o texto acima antes de continuar, mas por favor, volte 🙂

Eu sou um usuário assíduo de conteúdos em RSS. Fiquei apavorado quando o Google anunciou o fim do Google Reader mas, por sorte, o Feedly veio para nos salvar e continuo podendo consumir meus conteúdos da forma que mais gosto, escolhendo as fontes “a dedo”, vendo apenas na hora que desejo, sem notificações, compartilhando apenas o que quero, entre outras vantagens. Tanto no navegador do PC quanto no App do meu smartphone.

Aliado então à outro serviço que adoro, que é o Pocket, a coisa realmente fica séria. Ele é um ótimo “guardador de links para mais tarde” e possui integração diretamente com seu navegador (browser), através da instalação de plugins ou mesmo com o próprio Feedly, onde consigo guardar diretamente no Pocket, que por sua vez, me permite controlar o que já li ou não, compartilhar, essas coisas…

Há mais a se falar, de ambos serviços, como por exemplo, competidores que entregam funções semelhantes, problemas, vantagens (o Pocket faz download no App e você ainda pode ler desconectado depois…), mas a verdade é que o Gizmodo hoje foi minha inspiração final e ao mesmo tempo um fator de desânimo. Não me sobraram mais que migalhas de informação pra te dar.

Só não posso deixar de aproveitar para lhe dizer para seguir este blog que você está lendo. Sim, por usar tecnologia WordPress, ele vem com um RSS embutido, sendo assim, basta você adicionar o endereço abaixo no seu leitor:

http://blog.paulorobertoelias.com.br/index.php/feed/

Muito obrigado e até a próxima.

Futebol e mimimi

Mais um assunto que eu não pretendia tratar no meu blog, mas como acredito que eu seja um cara extremamente ponderado e não pretendo revelar clubismo nenhum aqui (quanto mais envelheço, mais enxergo o futebol diferente do que quando jovem, como acontece com muita gente…chama-se amadurecimento).

Fonte: https://www.foxsports.com.br/news/324345-gabriel-e-denunciado-no-stjd-por-gesto-obsceno-no-majestoso-e-pode-pegar-seis-partidas-de-gancho

Li muitas matérias essa semana, de diferentes jornalistas, com opiniões contrárias e isso é lindo. Mas isso me inspirou a dizer o que penso aqui.

Gente, realmente estamos na era do “MIMIMI” e isso é inegável, mas estão pedindo a prisão do cidadão por acaso? É uma punição e pronto, para tentar ensinar educação para os jogadores e para milhões de pessoas que assistem futebol (precisamos ensinar isso de todas as formas que forem possíveis, até e principalmente pelo nosso deficit nacional histórico nisso). Nesse caso específico, cabe até mais uma boa piada: “estão favorecendo o Corinthians novamente!!!” 🙂 porque ele é até bem incompetente em sua profissão e mais um disposto a ganhar dinheiro tentando iludir torcedores carentes, que amam se sentir representados em campo (não me excluo dessa também, sou torcedor e igualmente carente, adoro quando um jogador do meu time faz um “gesto para galera”, como Rodrigo Caio finalmente “reclamando” da suposta ajuda ao Corinthians, não fazendo a mínima diferença se adianta ou não, ou mesmo, se está certo ou não, ou sequer se é verdade.

Enquanto estivermos no “campo” (com o perdão do trocadilho), das palavras, punições esportivas, gozações (que quem me conhece sabe que não gosto muito e não participo, mas respeito quem gosta do esporte por isso, minha paixão é a competitividade e o lado poético da coisa), estamos apenas mantendo o futebol vivo e em alinhamento com a era moderna da informação.

E segue o jogo.

Ok, Konami. Te devo desculpas…

O título do post pode parecer estranho e talvez seja mesmo, mas logo você vai entender. Eu não estou me desculpando por não comprar os jogos dela, por exemplo, até porque ninguém tem obrigação nenhuma de realizar compra alguma, mas sim, de anos que venho fazendo propaganda negativa com meus amigos e na internet sobre seus jogos, ou mais especificamente: Pro Evolution Soccer (PES para os íntimos).

Sou do tempo em que o PES, chamado antes Winning Eleven, International Superstar Soccer ou mesmo Goal Storm (esse tem gente que não sabe), reinava soberano nos gramados virtuais. Haviam diversos jogos de futebol de várias produtoras (bons tempos) e eu jogava simplesmente todos! (o acesso à eles era mais fácil… 😳 ). Mas, pra quem acompanha a evolução do futebol virtual nos últimos anos, o FIFA deu uma virada digna dos maiores clássicos e simplesmente ofuscou completamente o PES! (lógico que é minha opinião, mas em vendas isso se mostra como fato).

Hoje os jogos são caros e nós brasileiros de forma geral, precisamos pensar muito bem antes de realizar uma compra, para termos a menor chance possível de erro no investimento. Pois bem, sendo assim, venho jogando as demonstrações ou “demos” do PES seguidamente todos os anos e todos os anos achando uma porcaria.

Junta-se a isso o fato que o último PES que eu comprei foi o 2014 para o Xbox 360 e mesmo após testar a demo, comprar o jogo e jogar algumas partidas, veio a decepção e passei a odiar o jogo por esse investimento mal feito meu. Culpa do marketing deles também claro!

E agora vem minha real intenção com esse post, dizer para você, na medida do possível, evitar confiar cegamente em análises de outras pessoas ou veículos de imprensa e até mesmo de se basear apenas na demonstração do jogo.

A demonstração do PES em especial, principalmente para um jogador assíduo de FIFA como eu, pode ser muito enganosa. Primeiro, você pode se confundir com os botões, então, modifique-os nas opções para ficar igual ao FIFA (chutes e cruzamentos tem botões invertidos entre os dois jogos) e segundo e mais importante: aumente a dificuldade do jogo!

O mais lógico, vindo de outro jogo, é você querer ou pensar em “começar de baixo”, nas dificuldades para iniciantes, mas é aí que você perde a observação da toda a evolução que o PES sofreu nos últimos anos. Em dificuldades mais altas é outro jogo.

Eu não comprei o PES 2018 e infelizmente não pretendo comprar tão cedo. O preço dos jogos hoje e meu baixo tempo pra jogar vem me fazendo diminuir drasticamente o número de jogos que compro (tenho muito mais jogos que uma pessoa dita “normal”, mas isso é assunto pra outro post), mas encontrei uma oportunidade imperdível: um PES 2016 novinho por R$19,99 nas Americanas.

Até agora joguei algumas partidas, metade de uma Champions League e simplesmente estou fascinado com o jogo. Eu não imaginava que uma compra despretensiosa dessas (na hora disse para minha esposa: se me valer duas horas de diversão estou no lucro) fosse me gerar tanta surpresa e momentos prazerosos jogando futebol virtual que há muito não tinha.

Se tivesse que escolher, eu ainda escolheria e indicaria o FIFA. Acho ele um produto mais robusto, mas talvez eu venha a mudar minha opinião num futuro próximo, mas o mais importante que esse episódio me fez recordar é: eu não sou obrigado a gostar de apenas um dos dois!!!

Ah que saudade quando eu tinha até, sei lá, 7 jogos diferentes de futebol, cada um com sua própria coleção de qualidades e defeitos e gostava de todos. Lembro de um episódio quando fui adquirir um deles e o vendedor me disse: “É bem ruinzinho viu” e eu respondi: “Tudo bem, vou levar mesmo assim”. 🙂

Fiquem agora com um videozinho de uma partida minha.

Abraços!

Bitcoin pra completos leigos

Vamos lá, muita gente não se dá conta ou esquece, mas o dinheiro não existe! Ele é apenas uma ilusão coletiva poderosíssima e os governos e bancos “imprimem” dinheiro. 🙂

Tudo bem, não imprimem de fato mais, pois a esmagadora parte do dinheiro mundial não existe de forma física. Particularmente acredito que esta é uma básica e necessária introdução.

O Bitcoin, ou melhor, as criptomoedas (você já vai entender), são nada mais nada menos que arquivos, transações computacionais como as que você faz todo dia, mas que, além de não serem regulamentadas por bancos ou governos (ainda), tem o seu valor baseado na “absolutamente livre” (nunca é tão lindo assim) percepção das pessoas, seja pela observação do mundo e notícias ou pelo quanto ela efetivamente vale ao se trocar por algo tangível.

Criptomoedas são o nome correto delas pois mesmo a criação de novas é algo livre. Já existem aos montes e há até empresas como Burger King criando suas próprias! Talvez você dissesse: “se cada um tiver a sua não tem valor”, e você teria razão, mas quem sabe o futuro? Uma prevalecerá? Elas sumirão? Serão as precursoras de uma nova ordem mundial?

Ainda são poucos os lugares que aceitam essas moedas, principalmente para nós brasileiros, então, ela tem chamado a atenção mesmo pelo potencial de investimento. Devido ao rápido e exponencial crescimento do valor de algumas delas até aqui, muita gente está começando a se informar e a investir nesses mercados.
Como mercado, o potencial, como sempre, é inversamente proporcional ao risco. Devido à falta de controle, você não pode, por exemplo, se apegar a dados do balanço de uma empresa, como pode fazer ao comprar ações (elas são obrigadas pelas bolsas a fazerem isso, mas sim, mentem às vezes e pessoas são presas em países sérios), ou mesmo processar o banco se algum hacker “roubar” sua carteira virtual, então tome cuidado ao iniciar um investimento nelas e procure se informar cada vez mais (em hipótese alguma se baseie em um artigo superficial como esse).

E o que é a tal mineração e como as criptomoedas funcionam de forma prática e simples?

Todas as transações, envio e recebimento, precisam de um “hash”, um identificador único, que jamais se repita dentro do bloco de transações, para guardar aquele histórico, e minerar é o ato de emprestar o seu poder computacional, da sua máquina por exemplo, para calcular esse identificador. Em linhas gerais é isso, pode pesquisar que você achará facilmente até mesmo livros explicando mais em detalhes.

O minerador recebe uma pequena comissão por ter calculado esse identificador e ele vai para a pilha geral, uma espécie de livro caixa, que guarda todas as transações e que todos os participantes tem a cópia ou pelo menos acesso à ela. O método de cálculo leva em consideração como parâmetro, o identificador anterior, ou seja, se algum espertinho quiser ir lá e mudar uma transação já feita, ele simplesmente teria que gerar um novo identificador e por consequência, regerar todos os que vieram depois dele! Praticamente inviabilizando uma fraude desse tipo.

Há também outro fator atrativo, a impessoalidade ou o fato de não poder ser rastreada. Elas não são ligadas ao seu CPF, mas sim há um número que não pode ser ligado à você, por isso mesmo, ela vem sendo muito usada por criminosos em pedidos de resgate ou maridos em poupanças em segredo de sua futura ex-esposa. E não pagam impostos…

Para finalizar, eu diria que, em minha experiência pessoal, venho usando uma agência, uma intermediadora, para ir me familiarizando cada vez mais antes de dar passos maiores e gostaria de dizer também, que talvez você repare que eu devia ter usado muito mais aspas em vários trechos deste texto ou talvez você entenda que ele está todo errado, contudo, realmente acredito que devemos começar o estudo de assuntos à partir do seus resumos, como sinopses, para podermos nortear nossa cabeça na jornada do aprendizado e além disso, “haters” são bem-vindos, seria ótimos ter alguns aqui me criticando e é assim que a internet funciona, mas isso já é assunto pra outro post…

Abraço

Experiência na minha carreira e currículo

Estava hoje revisando meu currículo e decidi incluir uma experiência antiga que vinha deixando de fora, que foi quando trabalhei por mais de 6 anos como servidor público municipal em Piracicaba. A princípio, eu sempre ignorava essa experiência, pelo fato da mesma não ser no ramo que estou atualmente e por uma possível falta de relevância.

Contudo, mudei de ideia ao lembrar de um projeto muito legal que participei na época. O desenvolvimento da primeira versão do Website da empresa. O fato foi inclusive citado (assim como meu nome), no site oficial da cidade, conforme vocês podem verificar abaixo:

A citação encontra-se disponível até hoje nesse link.

Recebi também uma “placa de honra ao mérito” que guardo até hoje:

Foi legal relembrar esse projeto, o quanto aprendi com ele e o quanto tudo que eu sempre fiz foi relacionado à tecnologia, mesmo quando não fazia parte das minhas atribuições. Lembro também que desenvolvi um gerenciador de documentações que agilizou muito o atendimento e foi utilizado por muitos anos (se é que ainda não utilizam).

A verdade é que todas nossas experiências nos moldam para o que somos hoje, mas optamos por omitir algumas delas pela falta de espaço disponível em um curriculum vitae ou mesmo para evitar quaisquer informações desencontradas ou falhas de entendimento, mas com certeza, recrutadores atentos acabam por entender todo esse contexto e valorizar todas as histórias que você tiver para contar.

Abraços

Dicas para uso de redes sociais

Eu desinstalei meus Apps de redes sociais do celular. Facebook, Twitter e Linkedin, por que? Porque são grandes ladrões de bateria e performance do aparelho e se tem uma coisa que não sou, é usuário pesado desses aplicativos (já os usava com notificações desativadas inclusive).

Não sou desses também que fecham conta ou estão migrando para o bando dos que começaram achar brega (sempre existem, são os que gostam de se diferenciar tentando se mostrar intelectuais), mas simplesmente, voltei a usar o bom e velho browser (navegador).

E aí vem minha real dica. Tanto o Twitter como o Facebook possuem atalhos de teclado para navegar pelo feed de forma rápida e fácil.

Basta utilizar as teclas conforme abaixo:

J – Avança um post

K – Volta um post

L – Curtir o post

Experimente. A combinação dessas duas dicas pode te ajudar a navegar rapidamente pelo conteúdo que você deseja, economizar bateria do celular e de quebra, se livrar das incômodas notificações desses aplicativos que insistem em querer nossa atenção (elas continuarão no site para quando você for até lá).

Abraços

Ajustes tecnológicos e de direção

Minha intenção ao criar este blog era utilizá-lo como uma motivação para estudar inglês. Pretendia fazer manualmente minhas próprias traduções e posso até dizer que estava funcionando nos primeiros posts.

Porém, na medida que fui fazendo meus ajustes no Worpress, fui me deparando com algumas dificuldades e preferi redefinir essas diretrizes. Vou me render mesmo ao uso de um plugin do Google Translate. O antigo plugin que eu usava, chamado qTranslate-X me permitia escrever dois textos dentro do mesmo post e ficava bem legal, mas ao espalhar o post pelas redes sociais, o texto se tornava uma bagunça, com as duas versões juntas e tags da linguagem poluindo tudo.

Sendo assim, agora que me animei por conseguir fazer o WordPress funcionar direitinho, conectado em todas as minhas mídias e principalmente no Medium (que está crescendo rapidamente como provedor de conteúdo similar ao WordPress), pretendo escrever mais, até por não ter o “peso” de ter que me preocupar com a tradução.

Quem sabe agora eu consiga mais leitores e me engaje a escrever cada vez mais.

Abraços

Separação de papéis em projetos

Um dos fatores mais importantes, porém, muito relegado em projetos, é a separação dos papéis. É óbvio que projetos menores ou que envolvam menos pessoas acabam por resultar em grandes acúmulos de funções, contudo, o gestor do projeto ou qual seja o nome que seja dado ao seu responsável, precisa estar atento a separação de papéis, no que tange principalmente os interesses e seus possíveis conflitos.

Alguns papéis, se forem delegados ao mesmo indivíduo, podem acarretar em alguns desses conflitos de interesses, desde os mais simples e aparentemente inofensivos, até alguns mais graves ou mesmo arriscados.
Para causar impacto já no início do texto e provar meu ponto, vou começar com um exemplo conhecido de todos e que causou grande comoção mundial. O acidente de avião que vitimou quase toda a delegação da Associação Chapecoense de Futebol.

Você pode alegar que não se trata de um projeto, mas lembre-se, a diferença entre um projeto e um simples amontoado de tarefas que se intercalam, é o planejamento, ou seja, quase tudo é um projeto. Uma viagem tem um itinerário, uma data e hora definidas, várias pessoas envolvidas, então é sim um projeto.

Pois bem, esse exemplo do acidente é muito emblemático, pois houve um acúmulo de funções muito incomum e extremamente infeliz. O piloto da aeronave era também o dono da companhia!

O conflito de interesses nesse caso é óbvio e foi muito grave. Ele muito provavelmente não quis reabastecer o avião para economizar e isso causou a queda do avião. Uma economia dessas não só não ocorreria se ele não fosse o dono, como, com certeza, ele seria contrário a esta ideia…

Porém, o caso mais comum, talvez seja o conflito de interesses entre desenvolvedor ou analista e o testador. Nunca será seguro que o responsável pelos testes esteja ligado à qualquer outra responsabilidade no projeto, pois o mesmo pode se ver compelido a fazer certas concessões em nome do prazo. Quando o desenvolvedor for necessário como testador (não estou me referindo ao simples teste que o mesmo executa, mas os chamados testes formais), é boa prática que ao menos ele não seja responsável pelos mesmos itens que desenvolveu.

Outro caso bem comum e que eu mesmo já pude vivenciar é o caso onde o seu gerente é o idealizador ou dono do produto. A relação de hierarquia minimiza e muito, o real feedback, já que mesmo uma crítica produtiva pode soar mal aos ouvidos do seu superior, tornando a relação viciada e diminuindo o papel do analista.

Sendo assim, minha dica, baseada em minha experiência é: esteja atento a esses possíveis conflitos de interesse e procure separar os papéis conforme o necessário, seja o projeto qual for, caso o seu foco esteja realmente no sucesso do mesmo.

Até mais